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Notas à Margem

Notas à Margem

12
Jan26

Relevantar Spartacus - 90

zé onofre

90, canção XL

 

026/01/11

 

Seguindo e esperando

O fruto semeado

E felizes pensando

O trabalho finado

Cantando sorridentes,

Esperando com prazer

O fruto das sementes

Qu’inda estão por nascer

Acordemos, já é hora.

Ver p’ra trás é esmorecer

Atentos ao agora

Mostramos o qu’é querer.

Acordemos, já é hora.

Ver p’ra trás é esmorecer

Atentos ao agora

Mostramos o qu’é querer.

Já há escravatura

Nas grandes plantações

Imigrantes murchando

Com invisíveis grilhões.

Mergulhados num torpor

Sem força para gritar

É tão grand’a sua dor

Cabe-nos a nós lutar

Acordemos, já é hora.

Ver p’ra trás é esmorecer

Atentos ao agora

Mostramos o qu’é querer.

Acordemos, já é hora.

Ver p’ra trás é esmorecer

Atentos ao agora

Mostramos o qu’é querer.

Há muitos explorados

Portugueses ou não

Todos amordaçados

Com o medo do patrão,

O capital lhes’ensina

Uma antiga lição

Se não gostas da sina

Olha a bicha no portão.

Acordemos, já é hora.

Ver p’ra trás é esmorecer

Atentos ao agora

Mostramos o qu’é querer.

Acordemos, já é hora.

Ver p’ra trás é esmorecer

Atentos ao agora

Mostramos o qu’é querer.

Nas fábricas, construções

Nas escolas, nos campos,

Vítimas d’explorações 

Todos, qual o espanto.

Seguindo e esperando

O fruto semeado

E felizes pensando

O trabalho finado

Na terra, a semente,

O fruto, numa visão

Qu’um dia lá à frente

Nos há de cair na mão.

Acordemos, já é hora.

Ver p’ra trás é esmorecer

Atenção qu´o agora

Tem algo nov’a dizer.

Acordemos, já é hora.

Ver p’ra trás é esmorecer

Atentos ao agora

Mostramos o qu’é querer.

Acordemos, já é hora.

Ver p’ra trás é esmorecer

Atentos ao agora

Mostramos o qu’é querer.

    Zé Onofre

08
Jan26

Relevantar Spartacus - 89

zé onofre

                89, canção XXXIX

 

026/01/07

 

Temos a terra lavrada

Pel’as nossas próprias mãos

Não fomos roubar nada

Só quisemos o nosso pão.

Fizemo-lo com tod’o sentido

De quem nada come

O pão mal dividido

Acaba sempre na fome

Temos braços para lutar

E olhos para perceber.

E vontade de acabar,

Com a fome a renascer.

Depressa como o vento

Vamos lá a correr

que se não formos a tempo

deitaremos tudo a perder

 

Nossa força entrosada

É uma lança resistente

Nossa luta é barricada

Contra o roubo permanente.

Seguiremos resolutos

Não há muros que nos detenham

Nem decretos absolutos,

Não há armas que nos vençam.

Queremos nós de certeza,

Sem alguma hesitação

E até a natureza

Condena a falta de pão.

 

Vamos já, vamos já

Que o tempo se faz tarde

E se tempo não há

A fogueira não arde.

Vamos já, vamos já,

Que o tempo se faz tarde.

   Zé Onofre

03
Jan26

Considerações 20 ...

zé onofre

20 ---

 

026/01/03

                 … Sanções

  Pergunto:

ao sr. Presidente do Conselho Europeu da UE

à srª Presidente da Comissão Europeia da EU

ao sr. Primeiro ministro do Reino Unido

aos comentadores especialistas, principalmente sr. Rogeiro e José Milhazes

a todos quantos nestes blogues do blog. Sapo estão sempre prontos a apoiar as sanções promovidas contra outros estados pelos EUA

Que sanções contra os EUA pela invasão do Estado Soberano da Venezuela e pelo rapto do seu Presidente Nicolas Maduro?

Zé Onofre

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