Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Notas à Margem

Notas à Margem

12
Set25

Relevantar Spartacus - 88

zé onofre

               88, Canção XXXVII

 

025/09/12

 

Parece que s’abalou

A força que nos restava.

Um vazio instalou

No lugar qu’el’ocupava.

Essa perda é ferida

Que começa a sangrar

O alvorecer da vida

Que se vinh’ànunciar.

 

Vazio que desespera

Os que ousam persistir

N’uma nova Primavera

Do escuro a surgir.

Chegai-vos companheiros,

Uns aos outros vos juntai

Qu’unidos por inteiro

A força de novo sai.

 

Gente na vida perdida

Pessoas sem consistência,

Se estivermos unidos

Criaremos resistência

Para os dias de luta

Para os dias de luta.

 

É agora no retrocesso

Quando parece perdido

O caminho do progresso

O momento de s’estar unido,

Levantar braços ao vento

Prontos para resistir

Se já tarda o tempo

Não será para desistir.

 

É já tempo de tocar

A reunir. É pr’a já

Não podemos mais tardar,

Ou adeus ao amanhã.

A espera abre fendas

Entre os vários nós,

Põe escuras grossa vendas

Diz-nos que estamos sós.

 

Gente na vida perdida

Pessoas sem consistência,

Se estivermos unidos

Criaremos resistência

Para os dias de luta

Para os dias de luta.

   Zé Onofre

14
Nov24

(Re)Levantar - Canção - 4

zé onofre

4

 

024/11/11

 

Companheiros vamos à luta

Que a luta é que nos faz falta.

Vive-se conformado sem luta,

A luta é que anima a malta.

 

Companheiros, aprendamos a lição

Das gerações que já passaram.

Não há avanço sem revolução,

Sem revolução os sonhos acabaram

 

Companheiros vamos à luta,

À luta que novo dia contém.

Não nos fiquemos pela luta

De melhorar o que melhora não tem.

        FAL

24
Fev24

Que viva Spartakus 44

zé onofre

 

                 44 - Resistência de novo

 

024/02/23

 

Companheiro, atenção a estes sons negros

Que zumbem sobre as nossas cabeças.

Companheiros, este som é o alerta

Para que o Capital ouça a nossa voz.

 

Saiam das fábricas, deixem os campos,

As secretarias, os supermercados,

Tirem as areias com que vos cegam,

Libertai-vos dos exploradores e seus sicários.

 

Companheiros, agora é o tempo da ação,

De minar o inimigo com tudo que tivermos.

É agora o momento certo para combater,

Antes que assuma a forma de fascismo.

 

Somente nós, destruiremos as barras

Desta prisão, em que iludidos estamos

Como se em liberdade vivêssemos,

Onde o insaciável Imperialismo nos quer.

 

Chegou a hora de cortar com a mentira

Deste falso paraíso que nos envenena.

E unidos iremos até à vitória final,

Ou acabaremos como anhos no matadouro.

 

Companheiros se for necessário regressar

Ao tempo dos sussurros e das sombras,

Então regressemos. Um dia voltaremos

Para fazermos a nossa hora acontecer.

 

Companheiros, não tenhamos medo

De marchar com força e determinação.

Honremos Spartacus, e todos quantos

Lutaram contra os Senhores do Mundo.

 

Companheiro, atenção a estes sons negros

Que zumbem sobre as nossas cabeças.

Companheiros, este som é o alarme

Para que o capital ouça a nossa voz

  Zé Onofre

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2025
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2024
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2023
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub