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Notas à Margem

Notas à Margem

26
Jan24

Comentário - 332

zé onofre

                   332  

 023/12/15

 Sobre «O Livro-Flor de Natal» por Mafalda Carmona, 15 DEZ23, no blogue cotoviaecompanhia.blogs.sapo.pt/

Há mistérios nos livros,

Em todos os livros.

 

Há livros que nos espreitam da Estante,

Como se dissessem

"Estou aqui".

Têm tanta vontade de contar,

O que têm para dizer

Que são capazes de cometer Suicídio,

Caindo-nos aos pés.

 

Há, porém, um livro,

Que é um portal para o Infinito,

Ou talvez mais além.

 

Abre-se uma página

Estão lá todas as palavras do mundo.

As existentes e as imaginadas,

A das línguas vivas,

Das línguas falecidas,

Ou que todos os dias morrem,

As das línguas que estão por nascer.

 

Há um livro,

Talvez de uma só página.

 

Há um livro.

Há sempre um livro

Virgem de palavras,

Prenhe de tudo.

 Zé Onofre

10
Jan24

Comentários - 329

zé onofre

 

                  329 

 

023/11/16

 

Sobre, Silêncio sem Nome, Sandra, 15.11.23  em  https://cronicassilabasasolta.blogs.sapo.pt/


Já me tinha perguntado

Por que cantos e esquinas

Por que ruas, vielas,

Praças ou avenidas

Se teria encontrado.

 

Pelo que agora nos sugere

Recolheu-se ao silêncio,

Um longo silêncio noturno

Por entre o silêncio sideral,

Pelos caminhos de galáxias,

Longínquas, que fazem sonhar.

 

Voltou a este cantinho,

Cantinho de um mundo virtual,

Onde continuamos a rodar

Enquanto deslizava pelo infinito

À velocidade da luz do sonho.

Enquanto por aqui envelhecíamos.

 

Regressa a Ítaca

Mais jovem.

Será que ainda recorda

As palavras emaranhadas

Que por aqui vamos deixando

Ou serão elas "Matusalém"?

  Zé Onofre

                 329 

 

023/11/16

 

Sobre, Silêncio sem Nome, Sandra, 15.11.23  em  https://cronicassilabasasolta.blogs.sapo.pt/

 


Já me tinha perguntado

Por que cantos e esquinas

Por que ruas, vielas,

Praças ou avenidas

Se teria encontrado.

 

Pelo que agora nos sugere

Recolheu-se ao silêncio,

Um longo silêncio noturno

Por entre o silêncio sideral,

Pelos caminhos de galáxias,

Longínquas, que fazem sonhar.

 

Voltou a este cantinho,

Cantinho de um mundo virtual,

Onde continuamos a rodar

Enquanto deslizava pelo infinito

À velocidade da luz do sonho.

Enquanto por aqui envelhecíamos.

 

Regressa a Ítaca

Mais jovem.

Será que ainda recorda

As palavras emaranhadas

Que por aqui vamos deixando

Ou serão elas "Matusalém"?

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